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Saiba tudo sobre hidrólise, o processo químico que envolve a quebra de uma molécula em presença de água. Marconi Equipamentos para Laboratório e conheça os equipamentos para Hidrólise de Sais, Ésteres e Aminas, Enzimática, Caulinização.

O que é Hidrólise?

A hidrólise, hidro  ( água ), lise ( quebra ), corresponde a um processo químico que envolve a quebra de uma molécula em presença de água.

Dessa forma, determinada molécula divide-se  e se completa com os íons resultantes da molécula de água, resultando na formação de uma molécula diferente da original, obtendo uma reação química, como saponificação de ácidos graxos e outros ésteres, inversão de açúcares e quebra de proteínas.

Para que ocorra uma hidrólise completa é necessária a utilização de altas pressões e altas temperaturas. Na maioria dos casos a hidrolise só acontece rapidamente com o uso de agentes catalisadores que aprimoram este processo. Há no mercado variados tipos de catalisadores, sendo que os mais aplicados normalmente são alguns ácidos e tipos específicos de protéinas (enzimas).

Conheça os equipamentos para Banho Termostático Marconi

Quais os tipos mais comuns de hidrólise?

Dentre os tipos mais comuns de hidrólise estão a de sais, ésteres e aminas,  enzimática e a Caulinização. Conheça cada uma delas:

Hidrólise de Sais

Basicamente uma hidrólise entre água e um sal.  Resultando em um ácido caso a solução obtiver um Ph menor que 7 ou base com Ph maior que 7. Um exemplo básico dessa hidrólise é a dissolução do esmalte dos dentes pelos ácidos contidos na boca, ocasionando a cárie. Como uso prático essas reações são usadas para produção de ácidos e bases com fins domésticos e industriais e desidratações.

Ésteres e Aminas

Aminas são compostos que derivam do NH3 pela substituição de um, dois ou três hidrogênios por alquila ou arila. Além disso dependendo do número de grupos  de aminos  na molécula elas podem ser classificadas em vários tipos, como por exemplo:  aminas alifáticas e aromáticas, ou até monoaminas , diaminas triaminas e etc. Em sua maior parte o use das aminas é encontrado na fabricação de sabão, na vulcanização da borracha e na produção de corantes.

Ésteres são encontrados em dois tipos, orgânicos e inorgânicos. Os inorgânicos são obtidos dos ácidos minerais. Quando orgânicos com massa molecular baixa, normalmente são líquidos e incolores  e possuem cheiros agradáveis. Usados na fabricação de essencias aromáticas. Quando sua massa molecular é aumentada passam a ser líquidos oleosos, assim usados comumente na fabricação de gorduras e ceras. Insolúveis em água são solventes orgânicos usuais.

Enzimática

As enzimas são  substâncias orgânicas de natureza proteica. Elas possuem funções catalisadoras causando reações químicas que dificilmente aconteceriam, como a decomposição da maioria dos compostos orgânicos, fermentação  e nossa digestão através da Pepsina e Renina que formam  o suco gástrico. Envolvida também na hidrólise de polissacarídeos e fermentação para a produção do Bioetanol.

Caulinização

Os monômeros que constituem um polímero podem  separar-se uns dos outros através da hidrólise.  Através deste processo de decomposição é possivel produzir a sílica dissolvida e minerais de argila como a caulinite. Em sua maior parte este tipo de processo é usado na produção de cerâmicas e vidros, alguns equipamentos eletrônicos e matéria prima para inúmeros recursos produtivos na construção civil.

Agora que você já sabe o que é hidrólise, conheça Marconi Equipamentos para Laboratório e conheça os equipamentos relacionados.

Marconi Equipamentos para Laboratório e conheça os equipamentos para Hidrólise de Sais, Ésteres e Aminas, Enzimática, Caulinização.
Marconi Equipamentos para Laboratório e conheça os equipamentos para Hidrólise de Sais, Ésteres e Aminas, Enzimática, Caulinização.
Técnica Identifica Contaminantes na Produção de Etanol

Técnica Identifica Contaminantes na Produção de Etanol

A presença de micro-organismos contaminantes no processo de produção de etanol pode levar a perdas significativas aos produtores.

O grupo de pesquisa coordenado pelo professor Carlos Alberto Labate, do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, recorre a técnicas utilizadas na área médica, com alta precisão e rapidez, para identificar esses micro-organismos, o que permitirá uma rápida tomada de ação por parte das usinas.

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol no mundo. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento, a expectativa da produção brasileira para a safra 2018/19 é de 30,41 bilhões de litros, um aumento de 11,6% em relação à safra passada. O etanol é um importante combustível de matriz renovável e é utilizado no Brasil pelos carros Flex, que representam mais de 60% da frota.

O processo de fermentação da cana-de-açúcar não ocorre em condições assépticas, e a contaminação por fungos e bactérias é frequente. Esses micro-organismos podem causar perdas no processo fermentativo, reduzindo a produção de etanol e gerando prejuízos. “Em determinados momentos, o produtor pode perder dornas [recipiente de armazenamento] de 2 até 3 milhões de litros por conta da presença de contaminantes”, explica Labate.

Em recente trabalho publicado pelo grupo foi constatado que as bactérias do gênero Lactobacillus são os contaminantes mais frequentes nesse ambiente, chegando a representar mais de 90% da população bacteriana. O monitoramento preciso dos contaminantes é fundamental para a tomada de ação correta para mitigar o problema nas usinas.

“O objetivo do nosso trabalho é oferecer ferramentas rápidas para que eles possam acessar os micro-organismos presentes no processo, com grau de confiabilidade alto”, destaca o professor.

Equipamentos para laboratório

IDENTIFICAÇÃO

A doutoranda Juliana Guimarães Fonseca estuda a diversidade dos contaminantes microbianos das dornas de fermentação utilizando técnicas moleculares e de espectrometria de massas, tendo como foco as bactérias do gênero Lactobacillus.

O passo inicial foi utilizar técnicas moleculares, a partir de genes conservados, para identificar micro-organismos.

“Mas os métodos moleculares demandam muito tempo e muito gasto. Para as usinas, fica muito fora do que eles querem, que é um método rápido”, conta Juliana.

A espectrometria de massas surge como alternativa rápida e específica que pode ser utilizada pelas usinas. A identificação molecular é apenas necessária para a montagem do banco de dados das bactérias. Foram mais de 40 micro-organismos analisados pela doutoranda, mas a expectativa é que esse número possa aumentar, se outros grupos de pesquisa se unirem ao trabalho.

Espectrometria de Massas

O trabalho do grupo de pesquisa foi adaptar essa metodologia para identificar micro-organismos contaminantes presente nas usinas. Mas Thaís salienta que “o trabalho da doutoranda Juliana foi muito além de simplesmente trazer uma análise que já é um sucesso numa área e aplicar na nossa. Nós tivemos um trabalho árduo no desenvolvimento de uma metodologia de preparo de amostra”, esclarece.

O grupo de pesquisa já está em fase avançada de análise, finalizando os experimentos. “A gente já conseguiu validar nossa técnica de espectrometria de massas. O poder de discriminação é muito grande. Em nenhuma das vezes uma bactéria analisada apresentou o perfil de outra bactéria”, explica Fonseca.

Essa metodologia contém as demandas mais importantes da usina: identificação precisa e rápida de micro-organismos contaminantes. No entanto, ela é uma tecnologia muito cara – aparelhos de espectrometria de massas podem chegar a custar milhões de dólares – e que exige mão de obra especializada para operar os equipamentos.

Thaís ressalta que existem soluções. “Não é preciso que todo mundo tenha um equipamento. Laboratórios multi-usuários e centrais analíticas são importantes porque é caro ter e manter esses equipamentos, e mais caro ainda é encontrar pessoas especializadas para tomar conta deles e fazer eles funcionarem bem. Mas, uma vez que você tem a infraestrutura, analisar a amostra não é caro.”

Fonte Jornal da USP

Câmara Climática para Crescimento de Plantas Arabidopsis thaliana

Câmara Climática Para Crescimento de Arabidopsis Thaliana

A Marconi desenvolveu uma Câmara Climática para Crescimento de Plantas Arabidopsis thaliana  com utilização de avançada tecnologia para proporcionar calibração de condições ideais de estudos e análises.

Arabidopsis thaliana

A Arabidopsis thaliana é uma planta herbácea que se tornou modelo de estudo de investigação nas áreas científicas, especialmente em genética, bioquímica e biologia molecular. Existem muitos estudos científicos a seu respeito uma vez que o seu genoma foi totalmente sequenciado e um número significativo de linhas foram geneticamente modificadas. Algumas de suas características que facilitam a sua análise e manipulação merecem destaque:

  • O seu ciclo de viva é relativamente curto, de aproximadamente seis semanas;
  • O seu genoma também é relativamente pequeno se comparado com outras espécies vegetais;
  • Produzem um grande número de sementes, pequenas e ligeiramente ovais;
  • São cultiváveis em espaços restritos.

O número de estudos existentes sobre a planta Arabidopsis thaliana continua a crescer e contribuições significativas nas áreas científicas são resultantes de tais estudos.

Câmara Climática Para Crescimento de Arabidopsis Thaliana

A Marconi desenvolveu uma Câmara Climática para Crescimento de Arabidopsis thaliana  com utilização de avançada tecnologia para proporcionar condições ideais de estudos e análises.  As aplicações da Câmara Climática para Crescimento de Arabidopsis thaliana vão desde o crescimento/desenvolvimento da planta, germinação de sementes até controle ambiental e outras aplicações relacionadas.

Destacam-se as seguintes especificações a respeito da Câmara Climática:

Estrutura

  • câmara de trabalho em chapa de aço inox AISI 430;
  • uma prateleira em aço inox AISI 304, instalada a 100 mm. do piso, para sustentação dos vasos;
  • câmara com capacidade de 3400 litros;
  • porta de acesso para validação, com 50 mm. de diâmetro, instalada na lateral direita;
  • portas laterais para acesso ao sistema eletrônico e osmose reversa;
  • seis rodízios, sendo três com travas.

 

Termostatização

  • sistema de renovação de ar, com regulagem de fluxo;
  • temperatura de trabalho de 15 a 30ºC, ±1ºC;
  • temperatura de trabalho com lâmpadas ligadas de 17 a 30 ºC, ± 1ºC;
  • sensor de temperatura tipo pt100, instalado em local onde não tem interferência da radiação das lâmpadas.

 

Umidificação

  • umidificação com micro partículas de água;
  • faixa de trabalho da Umidade Relativa: 30 a 95% ±5%;
  • sistema de osmose reversa para alimentação do sistema de umidificação.

 

Iluminação

  • sistema de iluminação com fotoperíodo, composto por lâmpadas especiais para crescimento de plantas em ambiente fechado, simulando a luz do dia, instaladas em suporte com dispositivo de elevação através de catraca motorizada, para ajustar a altura da iluminação necessária para a planta.
  • intensidade de luz de 200 mmol/m-2s-1, (at the top the pot), com programação do dia de 16 horas, com alternativa do operador efetuar nova programação do fotoperiodo

 

CO2

  • controle do CO2, – PPM : de 0 a 2000

 

Esterilização

  • esterilização da câmara antes do início da instalação dos vasos na câmara, para evitar contaminações entre amostras;
  • esterilização por lâmpadas UV, programáveis pelo IHM e acionado por meio de senha.

 

Software Para Monitoramento e Registro de Dados

  • medição e registro da temperatura e da Umidade Relativa
  • registro da luminosidade (utilizando a iluminação por banco de lâmpadas)
  • medição e registro do CO2
  • todos os controles, medições e registros feitos na tela do computador podem ser salvos em padrões a serem lidos por softwares, como por exemplo Excel;
  • o sistema inclui o computador e suas respectivas licenças.

A Marconi oferece uma solução autônoma para o cultivo e análises da planta Arabidopsis thaliana assim como assistência técnica para o equipamento.

Entre em contato com a nossa equipe técnica!

Pesquisas realizadas no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, focadas em química verde e energias alternativas. Através de suas pesquisas foi possível introduzir mutações genéticas específicas visando à obtenção de enzimas estáveis e altamente ativas, principalmente focadas na degradação de celulose, permitindo um salto significativo no desenvolvimento de produtos a partir de biomassa.

Pesquisa de Novas Enzimas Levam Nobel de Química 2018

Um britânico e dois norte-americanos foram os laureados deste ano, por pesquisas que impactam principalmente produtos farmacêuticos e biocombustíveis

A Academia Real de Ciências da Suécia anunciou hoje, 3 de outubro, às 11h45, na cidade de Estocolmo, o Prêmio Nobel de Química 2018. Três cientistas foram laureados pelas pesquisas no desenvolvimento de novas enzimas e anticorpos para uso nas mais diversas áreas como: novos produtos farmacêuticos, detergentes, catálise verde e biocombustíveis. Os vencedores foram o britânico Sir Gregory P. Winter e os norte-americanos Frances H. Arnold e George P. Smith. Metade da premiação de nove milhões de coroas suecas (£ 770.000) vão para a doutora Arnold e a outra metade será dividida entre o doutor Smith e Sir Winter.

Arnold foi agraciada por suas pesquisas realizadas no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos,  focadas em química verde e energias alternativas. Através de suas pesquisas foi possível introduzir mutações genéticas específicas visando à obtenção de enzimas estáveis e altamente ativas, principalmente focadas na degradação de celulose, permitindo um salto significativo no desenvolvimento de produtos a partir de biomassa.

A pesquisadora obteve sucesso na produção de enzimas estáveis em diversos solventes, ampliando significativamente o uso de proteínas como catalisadores que resultam na interrupção de uso de catalisadores tóxicos. Esse avanço levou ao desenvolvimento de enzimas para diferentes campos de aplicação, incluindo a produção de biocombustíveis e a de insumos farmacêuticos. Os resultados com os estudos de microorganismos, selecionados para converter biomassa renovável em biocombustíveis e produtos químicos, resultaram em diversas patentes e culminaram  na fundação da empresa Gevo, Inc. em 2005. Essa empresa é focada em produtos da biomassa, processos de fixação de CO2 e biocombustíveis com foco em jatos comerciais. Considerando a projeção de que em 2020 os jatos comerciais vão utilizar, anualmente, cerca de 15 bilhões de litros de combustíveis, a substituição destes, mesmo que parcial, pelos produtos oriundos das pesquisas da doutora Arnold, será de grande relevância econômica e ambiental.

A segunda metade do prêmio foi destinada às pesquisas realizadas por Sir Winter e o doutor Smith sobre a metodologia de Phage Display, técnica que proporciona a síntese e a expressão de peptídeos/proteínas na superfície de vírus filamentosos. Vírus estes conhecidos como fagos, que infectam bactérias. Os pesquisadores desenvolveram a tecnologia para projetar fagos geneticamente modificados que pudessem apresentar, em sua superfície (capsídeo viral), peptídeos/proteínas para uso nas ciências básicas e aplicadas e com potencial uso para terapias e diagnósticos. Um ponto de grande reconhecimento pela sociedade em geral foi o fato de esta tecnologia ter permitido a produção de anticorpos recombinantes humanos, hoje já empregados no tratamento de diversos tipos de doenças, como câncer e doenças autoimunes.

A doutora Arnold foi a única mulher a receber o prêmio de Química nesta edição. A última cientista da área de química agraciada com o prêmio foi a doutora Ada E. Yonath, em 2009, que dividiu o prêmio por seu trabalho de entendimento da estrutura dos ribossomos: as estruturas de fabricação de proteínas dentro das células. Ada Yonath esteve recentemente no Brasil para participar da IUPAC 2017 (46th World Chemistry Congress) e 40ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química.

Fonte: Jornal da USP

Saiba mais sobre os equipamentos para laboratório Marconi

Incubadora in Vitro para Teste de Digestibilidade/Digestões Enzimáticas
Incubadora in Vitro para Teste de Digestibilidade/Digestões Enzimáticas

Congresso Mundial de Ciência do Solo

Congresso Mundial de Ciência do Solo

A Marconi esteve presente na 21ª edição do Congresso Mundial de Ciência do Solo que aconteceu entre os dias 12 e 17 de agosto de 2018, no Rio de Janeiro, e teve como tema central “Soil Science: beyond food and fuel”.

O evento abordou temas de extrema relevância relacionados às principais funções do solo, tais como: “Como alimentar um planeta faminto? Como abastecer um planeta sem energia? Como saciar um planeta sedento? Como limpar um planeta poluído? Como alcançar um equilíbrio entre a proteção da biodiversidade e o manejo sustentável da terra para a produção agrícola?” e contou com palestrantes de alto nível do setor.

Atuante e líder no mercado de desenvolvimento de tecnologia e equipamentos de alta performance de laboratórios, a Marconi apresentou alguns produtos relevantes do seu portfólio, entre eles, o Sistema Multicanal de Respiração do Solo, equipamento multicanal para medir a respiração do solo em laboratório, ideal para análise de aplicação de tratamentos no solo e testes de toxicologia conforme ISO 142401.

Durante o evento os visitantes puderam conhecer outros equipamentos que também foram apresentados pela Marconi e que merecem destaque:

Sistema Portátil para Medir Respiração do Solo

Equipamento multicanal ara medir a respiração do solo em laboratório. Ideal para análise de aplicação de tratamentos no solo e testes de toxicologia conforme ISO 142401. Os dados fornecidos pelo EGA60 podem posteriormente ser utilizados para calcular o volume de CO2 liberado por unidade de massa de solo ao longo do tempo
Equipamento multicanal ara medir a respiração do solo em laboratório. Ideal para análise de aplicação de tratamentos no solo e testes de toxicologia conforme ISO 142401. Os dados fornecidos pelo EGA60 podem posteriormente ser utilizados para calcular o volume de CO2 liberado por unidade de massa de solo ao longo do tempo

Sistema para medições de CO2 no solo

Sistema para medições de CO2 no solo. O ACE é um sistema para monitoramento da variabilidade temporal do fluxo de CO2, sem necessidade de supervisão pelo operador.
Sistema para medições de CO2 no solo. O ACE é um sistema para monitoramento da variabilidade temporal do fluxo de CO2, sem necessidade de supervisão pelo operador.

Sensor de Umidade do Solo em Várias Profundidades

Sensor de Umidade do Solo em Várias Profundidades O Profile Probe modelo PR2 é uma maneira eficaz de medir o perfil de umidade do solo.
Sensor de Umidade do Solo em Várias Profundidades
O Profile Probe modelo PR2 é uma maneira eficaz de medir o perfil de umidade do solo.

Sensor de Umidade e Temperatura do Solo

Sensor de Umidade e Temperatura do Solo O ThetaProbe tipo ML3 mede simultaneamente a umidade e a temperatura do solo de maneira precisa, rápida e segura. Apresenta excelente estabilidade à temperatura e salinidade, tolerando temperaturas de até 70 ºC.
Sensor de Umidade e Temperatura do Solo
O ThetaProbe tipo ML3 mede simultaneamente a umidade e a temperatura do solo de maneira precisa, rápida e segura. Apresenta excelente estabilidade à temperatura e salinidade, tolerando temperaturas de até 70 ºC.

Sensor de Umidade, Condutividade e Temperatura do Solo.

Sensor de Umidade, Condutividade e Temperatura do Solo O WET-2 sensor mede 3 propriedades vitais do solo: conteúdo de água (%), condutividade da água (ECp) e temperatura.
Sensor de Umidade, Condutividade e Temperatura do Solo
O WET-2 sensor mede 3 propriedades vitais do solo: conteúdo de água (%), condutividade da água (ECp) e temperatura.

O evento que reuniu um grande número de cientistas e indústrias representou uma grande oportunidade para o conhecimento tecnológico e para a divulgação de novas tecnologias da área da Ciência do Solo.

Estufa MA 1415/GM942/7GAV é uma estufa de circulação forçada sob medida para atuar com segurança e qualidade na linha da Chevrolet com precisão e adequadas a NR 10 e 12 é totalmente autônoma com suas dimensões filtradas para o perfil da planta de trabalho. Ela atua com grande desempenho para atender a alta demanda da linha de montagem Industria Automobilística, com ergonomia e designe atrativo.

Marconi Desenvolve Para Industria Automobilística Estufa de Circulação Forçada

Marconi desenvolve Estufa sob medida para Industria Automobilística. Estufa de circulação forçada de produção para manter os decalques adesivos dos carros em temperatura constante.

Você sabia que cada etapa na montagem de um carro tem muita importância para a qualidade do equipamento? Porém, não sabemos quão específicas são as etapas em cada montadora de automóveis.

Para manter o alto padrão de qualidade, a Industria Automobilística vem investindo fortemente em boas práticas. E, para isso, conta com o auxílio da Marconi no desenvolvimento de equipamentos inovadores, aprimorando o processo de fabricação do carro.

Como surgiu a parceria Marconi e a Industria Automobilística?

A Marconi está no mercado há quase 40 anos, com know-how para perfilar equipamentos de laboratórios. Com a confiabilidade da Industria Automobilística, criamos uma estufa com circulação forçada de produção para manter os decalques adesivos dos carros em temperatura constante. Aliado à automação diligenciada acompanhando a tecnologia aprimorada da marca.

A estufa MA 1415/GM942/7GAV é uma estufa de circulação forçada sob medida para atuar com segurança e qualidade na linha da Chevrolet com precisão e adequadas a NR 10 e 12 é totalmente autônoma com suas dimensões filtradas para o perfil da planta de trabalho. Ela atua com grande desempenho para atender a alta demanda da linha de montagem Chevrolet, com ergonomia e designe atrativo.

A estufa MA 1415/942/7GAV é uma estufa de circulação forçada sob medida para atuar com segurança e qualidade na linha com precisão e adequadas a NR 10 e 12 é totalmente autônoma com suas dimensões filtradas para o perfil da planta de trabalho. Ela atua com grande desempenho para atender a alta demanda da linha de montagem, com ergonomia e design atrativo.

Essa Estufa possui fechos eletromagnéticos, as gavetas são liberadas de acordo com a lógica configurada no sistema, para o tempo de montagem de cada adesivo. Mantem a temperatura constante sem qualquer intervenção externa, ao mesmo tempo que preserva os decalques e adesivos e suas propriedades físicas e químicas.

comenta Rodolfo Tricta Pavan, Coordenador de Qualidade da Marconi.

Quer saber mais? Acesse marconi.com.br/estufas

O Instituto de Química da Unesp, em Araraquara, abriu inscrições para os programas de Pós-Graduação em Biotecnologia e de Pós-Graduação em Química. As inscrições vão até 8 de junho de 2018.

Unesp recebe inscrições para pós-graduação no Instituto de Química

O Instituto de Química da Unesp, em Araraquara, abriu inscrições para os programas de Pós-Graduação em Biotecnologia e de Pós-Graduação em Química. As inscrições vão até 8 de junho de 2018.

São 33 vagas para mestrado e 23 para doutorado, para ingresso no segundo semestre de 2018, nas áreas de Biotecnologia e Química (foto: Agência FAPESP)

Os processos seletivos são para os cursos de Biotecnologia e Química. No primeiro, são 21 vagas para mestrado e 11 para doutorado, para ingresso no segundo semestre de 2018. Podem se inscrever portadores de diploma em cursos superiores recomendados pelo MEC em áreas correlacionadas à Biotecnologia.

O exame de seleção, entre 3 e 5 de julho, será aplicado nas cidades de Araraquara, Pereira (Colômbia) e Lima (Peru). Os candidatos de fora do Brasil podem escolher ter as questões da prova escrita em português ou inglês. As respostas poderão ser feitas em português, inglês ou espanhol.

Para o curso de mestrado e doutorado direto haverá prova escrita abrangendo conhecimentos básicos de Bioquímica e Microbiologia. Para o curso de doutorado ou doutorado direto haverá análise do curriculum vitae documentado e análise, apresentação e arguição do pré-projeto.

No curso de Química, são 12 vagas para o mestrado e 12 para o doutorado, com ingresso no segundo semestre de 2018. Podem se inscrever portadores de diploma de curso superior em Química ou área correlata.

O exame de seleção será entre 26 e 28 de junho. O candidato poderá optar por realizar a prova em português ou em inglês e respostas em português, inglês ou espanhol.

O exame de seleção para o curso de mestrado constará de prova escrita sobre aspectos fundamentais da Química e Engenharia Química e para o curso de doutorado haverá a prova escrita sobre aspectos fundamentais da Química e Engenharia Química e análise do curriculum vitae e histórico escolar. A prova escrita terá 12 questões, das quais o aluno deverá escolher apenas oito questões para responder.

Mais informações:

http://www.iq.unesp.br/#!/pos-graduacao/biotecnologia/processo-seletivo/

e

http://www.iq.unesp.br/#!/pos-graduacao/quimica-2/processo-seletivo/

fonte: FAPESP

Estufa de com circulação e renovação de ar esse modelo da Marconi também emprega vários ramos da insdustrial, precisadamente quando se precisa de uma homogeneidade térmica. As estufas com circulação forçada de ar são destinadas para consecução de testes com controle severo da temperatura e homogeneidade da câmara, bem como a troca constante do ar que é realizada através de captadores/renovadores aeradores.

Estufa para Laboratório

As estufas são equipamentos de uso rotineiro em laboratórios de demasiadas áreas que atendem a diversos tipos de escopos e ensaios. Na Marconi existe vários tipos de estufas projetadas da atender a particularidade de cada área do ramo industrial e laboratorial, mas em especifico temos duas vertentes usuais.

A estufa de secagem e esterilização Marconi são empregadas nos laboratórios de diversas áreas para a eliminação de toda e qualquer manifestação microbiológica que pode haver nos instrumentos laboratoriais.

A estufa de secagem e esterilização Marconi são empregadas nos laboratórios de diversas áreas para a eliminação de toda e qualquer manifestação microbiológica que pode haver nos instrumentos laboratoriais.

Esterilizar materiais de laboratório é de extrema importância para que não ofereça risco de contaminação. Muitos são os instrumentos que requerem esterilização, entre eles, cirúrgicos, odontológicos, hospitalares e laboratoriais.

A Estufa de Laboratório é responsável pelo procedimento que elimina os microorganismos presente nos instrumentos. Um dos tipos de Estufa para Esterilização e Secagem é a que utiliza a técnica do calor seco, que oxida os microorganismos.

Este modelo emprega apenas a alta temperatura como fator de eliminação de bactérias. A esterilização é importante para evitar a contaminação do ambiente, do profissional ou do paciente, em casos de clínicas odontológicas, hospitais e laboratórios de análises clínicas.

Em seguida temos a estufa de com circulação e renovação de ar esse modelo da Marconi também emprega vários ramos da industrial, precisamente quando se precisa de uma homogeneidade térmica.

Estufa de com circulação e renovação de ar esse modelo da Marconi também emprega vários ramos da insdustrial, precisadamente quando se precisa de uma homogeneidade térmica.  As estufas com circulação forçada de ar são destinadas para consecução de testes com controle severo da temperatura e homogeneidade da câmara, bem como a troca constante do ar que é realizada através de captadores/renovadores aeradores.

As estufas com circulação forçada de ar são destinadas para consecução de testes com controle severo da temperatura e homogeneidade da câmara, bem como a troca constante do ar que é realizada através de captadores e/ou renovadores aeradores.

Atendendo parâmetros de segurança o equipamento possui uma automação inteligente podendo ser perfilado da maneira que o cliente parceiro necessitar para melhor desempenho analítico.

Saiba mais: Marconi Estufas