Treinamento Técnico em Microbioma de Plantas

Treinamento Técnico em Microbioma de Plantas

O Centro de Pesquisa em Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC) dispõe de uma vaga de treinamento técnico nível três (TT-3) com bolsa da FAPESP. O prazo de inscrição se encerra no dia 15 de março de 2019.

Coordenado pelo professor Paulo Arruda, o GCCRC tem o objetivo de promover a adaptação de culturas agrícolas a estresses impostos pela mudança climática global. O grupo adota uma plataforma de biotecnologia para identificar microrganismos e genes-chave envolvidos em respostas ao estresse e em rendimento, visando incorporá-los em germoplasmas.

O centro está procurando um candidato para participar de pesquisas na área de microbioma de plantas envolvendo técnicas de isolamento, cultivo e identificação de microrganismos associados. O bolsista será treinado para realizar processos relacionados a isolamento de microrganismos, extração de ácido nucleico, preparo de bibliotecas de sequenciamento, sequenciamento de marcadores moleculares e preparo de meios de cultura.

O candidato deve ser bacharel em Biologia, Bioquímica, Farmácia, Biotecnologia ou campos relacionados, além de ter capacidade de manter anotações de laboratório precisas, consistentes e responsáveis. Para se aplicar a vaga, o candidato deve enviar o currículo vitae e uma carta de apresentação para vagas.gccrc@unicamp.br com o assunto “TT-III em Microbioma de Plantas”.

Mais informações sobre a vaga: www.fapesp.br/oportunidades/2619.

A Bolsa de TT-3 tem valor de R$ 1.228,40 mensais. É direcionada a graduados do nível superior, sem reprovações no histórico escolar e sem vínculo empregatício. A dedicação deverá ser de 16 a 40 horas semanais às atividades de apoio ao projeto de pesquisa. O tempo de bolsa TT-3 será descontado no caso de o interessado vir a usufruir de Bolsa de Mestrado ou Doutorado Direto.

Mais informações sobre as bolsas de Treinamento Técnico da FAPESP: www.fapesp.br/bolsas/tt.

Técnica Identifica Contaminantes na Produção de Etanol

Técnica Identifica Contaminantes na Produção de Etanol

A presença de micro-organismos contaminantes no processo de produção de etanol pode levar a perdas significativas aos produtores.

O grupo de pesquisa coordenado pelo professor Carlos Alberto Labate, do Departamento de Genética da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, recorre a técnicas utilizadas na área médica, com alta precisão e rapidez, para identificar esses micro-organismos, o que permitirá uma rápida tomada de ação por parte das usinas.

O Brasil é o segundo maior produtor de etanol no mundo. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento, a expectativa da produção brasileira para a safra 2018/19 é de 30,41 bilhões de litros, um aumento de 11,6% em relação à safra passada. O etanol é um importante combustível de matriz renovável e é utilizado no Brasil pelos carros Flex, que representam mais de 60% da frota.

O processo de fermentação da cana-de-açúcar não ocorre em condições assépticas, e a contaminação por fungos e bactérias é frequente. Esses micro-organismos podem causar perdas no processo fermentativo, reduzindo a produção de etanol e gerando prejuízos. “Em determinados momentos, o produtor pode perder dornas [recipiente de armazenamento] de 2 até 3 milhões de litros por conta da presença de contaminantes”, explica Labate.

Em recente trabalho publicado pelo grupo foi constatado que as bactérias do gênero Lactobacillus são os contaminantes mais frequentes nesse ambiente, chegando a representar mais de 90% da população bacteriana. O monitoramento preciso dos contaminantes é fundamental para a tomada de ação correta para mitigar o problema nas usinas.

“O objetivo do nosso trabalho é oferecer ferramentas rápidas para que eles possam acessar os micro-organismos presentes no processo, com grau de confiabilidade alto”, destaca o professor.

Equipamentos para laboratório

IDENTIFICAÇÃO

A doutoranda Juliana Guimarães Fonseca estuda a diversidade dos contaminantes microbianos das dornas de fermentação utilizando técnicas moleculares e de espectrometria de massas, tendo como foco as bactérias do gênero Lactobacillus.

O passo inicial foi utilizar técnicas moleculares, a partir de genes conservados, para identificar micro-organismos.

“Mas os métodos moleculares demandam muito tempo e muito gasto. Para as usinas, fica muito fora do que eles querem, que é um método rápido”, conta Juliana.

A espectrometria de massas surge como alternativa rápida e específica que pode ser utilizada pelas usinas. A identificação molecular é apenas necessária para a montagem do banco de dados das bactérias. Foram mais de 40 micro-organismos analisados pela doutoranda, mas a expectativa é que esse número possa aumentar, se outros grupos de pesquisa se unirem ao trabalho.

Espectrometria de Massas

O trabalho do grupo de pesquisa foi adaptar essa metodologia para identificar micro-organismos contaminantes presente nas usinas. Mas Thaís salienta que “o trabalho da doutoranda Juliana foi muito além de simplesmente trazer uma análise que já é um sucesso numa área e aplicar na nossa. Nós tivemos um trabalho árduo no desenvolvimento de uma metodologia de preparo de amostra”, esclarece.

O grupo de pesquisa já está em fase avançada de análise, finalizando os experimentos. “A gente já conseguiu validar nossa técnica de espectrometria de massas. O poder de discriminação é muito grande. Em nenhuma das vezes uma bactéria analisada apresentou o perfil de outra bactéria”, explica Fonseca.

Essa metodologia contém as demandas mais importantes da usina: identificação precisa e rápida de micro-organismos contaminantes. No entanto, ela é uma tecnologia muito cara – aparelhos de espectrometria de massas podem chegar a custar milhões de dólares – e que exige mão de obra especializada para operar os equipamentos.

Thaís ressalta que existem soluções. “Não é preciso que todo mundo tenha um equipamento. Laboratórios multi-usuários e centrais analíticas são importantes porque é caro ter e manter esses equipamentos, e mais caro ainda é encontrar pessoas especializadas para tomar conta deles e fazer eles funcionarem bem. Mas, uma vez que você tem a infraestrutura, analisar a amostra não é caro.”

Fonte Jornal da USP

fibras de celulose extraídas de partes da bananeira vai ajudar a manter o Sorvete mais cremoso e fazer com que a sobremesa demore mais para derreter.

Sorvete Mais Cremoso e Que Demore Mais Para Derreter

Fibras de celulose extraídas de partes da bananeira vai ajudar a manter Sorvetes mais cremosos e fazer com que a sobremesa demore mais para derreter.

Pode ser um sorvete de qualquer coisa ou sabor, que a banana vai ajudar a mantê-lo mais cremoso e fazer com que a sobremesa demore mais para derreter.

O que faz a diferença é a adição de minúsculas fibras de celulose extraídas de partes da bananeira que são descartadas durante a colheita.

“Nossas descobertas sugerem que as nanofibras de celulose extraídas dos resíduos da banana podem ajudar a melhorar o sorvete de várias maneiras. Em particular, as fibras podem levar ao desenvolvimento de uma sobremesa mais grossa e mais saborosa, que leva mais tempo para derreter. Como resultado, isso permitiria uma experiência mais relaxante e agradável com a comida, especialmente em climas quentes,” disse o professor Robin Gallego, da Universidade Pontifícia Bolivariana, na Colômbia.


A equipe misturou as nanofibras no sorvete em diversas concentrações, de zero, para controle, até 0,3% em peso. Para aferir os efeitos, em vez de pazinhas e lambidas, a equipe usou um reômetro, um aparelho que mede quanta força é necessária para mover um fluido, e um texturômetro, que mede a resposta de um material a forças de tensão, compressão, flexão etc.

As medições mostraram que o sorvete demora mais para derreter e pode ter prazo de validade mais longo porque o material parece agir como um estabilizante. Além disso, as nanofibrilas de celulose podem potencialmente substituir as gorduras usadas para fazer o sorvete.

A seguir, a equipe pretende explorar como diferentes tipos de gordura usados nos sorvetes reagem às nanofibrilas de celulose.

Fonte: Blog Inovação Tecnológica

Estão abertas as inscrições para o programa de pós-graduação em Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular e para o mestrado profissional em Biotecnologia, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

Mestrado Profissional em Biotecnologia na USP Ribeirão

Inscrições para o programa de pós-graduação em Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular e para o mestrado profissional em Biotecnologia, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

As inscrições vão até o dia 31 de maio, das 8 às 17 horas, e devem ser realizadas presencialmente na secretaria do Centro de Educação (Ceduc) do Hemocentro de Ribeirão Preto (Hemocentro RP), localizado na Rua Tenente Catão Roxo, 2501.

A instituição oferece cinco vagas para o mestrado profissional em Biotecnologia, oito vagas para o mestrado e oito vagas para o doutorado na área de Diferenciação Celular Normal e Neoplásica, oito vagas para o mestrado e oito vagas para o doutorado na área de Células-Tronco e Terapia Celular.

A seleção é composta de prova dissertativa e análise curricular. O programa em Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular busca a formação de profissionais para atuar tanto no campo acadêmico como no setor produtivo e governamental.

O curso de Biotecnologia abrange conceitos básicos, estudo e desenvolvimento de processos e produtos biotecnológicos, além da compreensão dos fundamentos de bioinformática usados na rotina de um laboratório de Biologia Molecular.

Mais informações: (16) 2101-9386 ou no site do Ceduc. 

Instituto Butantan oferece MBA em gestão da inovação em saúde

Butantan oferece MBA em gestão da inovação em saúde

O Instituto Butantan está com inscrições abertas, até 11 de janeiro de 2019, para a nova turma do MBA em Gestão da Inovação em Saúde.

O curso está ligado ao Centre of Excellence in New Target Discovery (CENTD), um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) da FAPESP em parceria com a GlaxoSmithKline (GSK). Com sede no Butantan, o CENTD investiga a validação de alvos terapêuticos que possibilitem a criação de novos fármacos para doenças de base inflamatória.

São oferecidas 60 vagas para pesquisadores interessados em pesquisa aplicada e para empreendedores e investidores que buscam nichos de mercado na área da Saúde.

O objetivo do curso é capacitar profissionais para atuar nas áreas de inovação, gestão estratégica, novos negócios, produtos ou serviços e para transformar pesquisas científicas em produtos inovadores na área de saúde, estimulando tratamentos de doenças com novos fármacos, diagnósticos, tratamentos cirúrgicos, terapêuticos e equipamentos.

Segundo o CENTD, o curso é semipresencial e utiliza a metodologia da sala de aula invertida. Os participantes recebem o conteúdo teórico com antecedência para estudo.

Os encontros presenciais ocorrerão uma vez por mês (sexta e sábado) no Instituto Butantan, com corpo docente e conferencistas experientes, das várias instituições do país e do exterior e também de empresas que adotam ferramentas e práticas bem-sucedidas de gestão, tiram dúvidas e aplicam os conceitos aprendidos em trabalhos realizados em grupo. Após o momento presencial, os participantes revisam o conteúdo, fazem atividades e checam seu desempenho a distância.

O trabalho de conclusão, coordenado por professores da Biominas Brasil, que é parceira do MBA, permite aos alunos desenvolverem uma startup ou um novo negócio até o término do curso.

Com duração de 18 meses, o curso é formado por três ciclos, com objetivos específicos e conteúdos independentes, que se complementam promovendo a formação do Gestor de Inovação. A carga horária é de 645 horas (360 horas presenciais e 285 horas de trabalho a distância).

Para a matrícula, é exigido nível superior com graduação nas mais diversas áreas, sendo o curso de interesse para a formação e aperfeiçoamento de profissionais interessados na gestão de projetos inovadores de saúde, de órgãos públicos ou empresas, profissionais ligados a programas financiados por agências de fomento e programas de outros órgãos.

As inscrições devem ser feitas por formulário on-line. Durante a inscrição o candidato deverá enviar curriculum vitae e carta de intenção.

Fonte: http://mba.butantan.gov.br/index.php

4º Simpósio Internacional de Imunobiológicos. A Bio-Manguinhos, uma das 16 unidades técnico-científicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

4º Simpósio de Imunobiológicos

Bio-Manguinhos, uma das 16 unidades técnico-científicas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), promoverá a quarta edição do Simpósio Internacional de Imunobiológicos de 7 a 9 de maio de 2019, no Rio de Janeiro. O simpósio ocorrerá em conjunto com a sétima edição do Seminário Anual Científico e Tecnológico.

O objetivo do simpósio é estimular o desenvolvimento tecnológico, a integração entre pesquisadores e dar visibilidade à produção científica brasileira.

Estão previstas na programação cinco mesas-redondas: “Challenges on cancer diagnostic and immunotherapy”, “Development of Arbovirus Vaccine”, “New technology approaches for diagnostics of infectious diseases”, “Current and New Bacterial Conjugation Technologies” e “Biopharmaceutical innovation & Global health: How to be ready for the unknown?”.

Os interessados poderão enviar trabalhos até 28 de janeiro. Eles serão submetidos à avaliação da comissão científica e tecnológica do evento. Os trabalhos deverão estar em formato de resumo estruturado, por meio de formulário disponível no site do evento.

Para participar do evento, o inscrito deve ser profissional com a graduação concluída na área de Saúde ou estudante de pós-graduação. A inscrição no simpósio é aberta, gratuita e pode ser feita pela página do evento.

O local de realização será o Pavilhão Rocha Lima da Fiocruz, na av. Brasil, 4365, Manguinhos, Rio de Janeiro.

Mais informações: https://sact.bio.fiocruz.br/index.php/br/

Fonte: FAPESP

Bioquímica do Instituto de Química da USP Abre 100 Vagas Para Pós-GraduaçãoNome do ArtigoBioquímica do Instituto de Química da USP Abre 100 Vagas Para Pós-Graduação DescriçãoO processo seletivo da pós-graduação no Departamento de Bioquímica do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP) está com inscrições abertas até 4 de janeiro de 2019 para os cursos de mestrado, doutorado e doutorado direto.

Bioquímica do Instituto de Química da USP Abre 100 Vagas Para Pós-Graduação

IQ-USP tem processo seletivo para pós-graduação em Bioquímica
O processo seletivo da pós-graduação no Departamento de Bioquímica do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP) está com inscrições abertas até 4 de janeiro de 2019 para os cursos de mestrado, doutorado e doutorado direto.

Os candidatos selecionados estudarão em áreas como Doenças Humanas, Biologia de Processos Redox, Biologia Molecular e Celular, Plantas, Bioenergia, Genômica, Proteômica e Bioinformática. Estão disponíveis 100 vagas.

As inscrições serão aceitas exclusivamente pelo site do IQ-USP. Os documentos exigidos para inscrição são cópias dos seguintes documentos: cédula de identidade, CPF, título de eleitor, certificado militar (para os homens), certidão de nascimento ou da certidão de casamento, histórico de graduação, diploma e aceite do orientador, além de uma foto 3×4. Os candidatos a doutorado precisam mostrar também cópia do histórico escolar de mestrado, diploma de mestrado, exemplar da dissertação e cópia do parecer da avaliação da Capes do período do mestrado.

O exame de seleção para ingresso no curso do Programa de Pós-Graduação em Bioquímica é constituído de uma fase e será realizado no dia 4 de fevereiro, no IQ-USP, na av. Prof. Lineu Prestes, 748, Cidade Universitária, São Paulo, das 9h às 13h. A prova será escrita sobre conhecimentos gerais de Bioquímica. Serão considerados aprovados os candidatos com nota igual ou superior a cinco.

Mais informações: aqui

Instituto de Química da USP Sedia Olimpíadas Científicas em Química

Instituto de Química da USP Sedia Olimpíadas

Presentes em diferentes áreas do conhecimento, as olimpíadas científicas possuem diversas funções. Além de incentivar o estudo de determinadas disciplinas e despertar a curiosidade do aluno, elas ajudam, por exemplo, na descoberta profissional dos jovens e na melhora das instituições de ensino e de seus professores. O Instituto de Química (IQ) da USP, em São Paulo, é um dos apoiadores desses eventos, contribuindo com a organização e treinamento de alunos.

Uma dessas parcerias é com a Olimpíada de Química do Estado de São Paulo (OQSP). Os docentes da USP são responsáveis por parte da correção das redações dos competidores, já que, diferentemente de outras competições similares, exige-se uma redação ao invés de exercícios na primeira fase, permitindo maior número de jovens participando.

O IQ também sedia as atividades da fase final do evento, possibilitando aos alunos conhecer as instalações da USP e até as considerar como futuro local de estudo.

“Eles visitam nossos laboratórios e assistem a uma apresentação do grupo de teatro Química em Ação“, explica Ivano Gutz, coordenador da OQSP.

O instituto ainda está ligado à história da Olimpíada Brasileira de Química (OBQ). A primeira edição da competição, em 1986, ocorreu na USP. A olimpíada teve suas atividades paralisadas em 1989 e só retornou em meados da década de 1990.

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Câmara Climática para Crescimento de Plantas Arabidopsis thaliana

Câmara Climática Para Crescimento de Arabidopsis Thaliana

A Marconi desenvolveu uma Câmara Climática para Crescimento de Plantas Arabidopsis thaliana  com utilização de avançada tecnologia para proporcionar calibração de condições ideais de estudos e análises.

Arabidopsis thaliana

A Arabidopsis thaliana é uma planta herbácea que se tornou modelo de estudo de investigação nas áreas científicas, especialmente em genética, bioquímica e biologia molecular. Existem muitos estudos científicos a seu respeito uma vez que o seu genoma foi totalmente sequenciado e um número significativo de linhas foram geneticamente modificadas. Algumas de suas características que facilitam a sua análise e manipulação merecem destaque:

  • O seu ciclo de viva é relativamente curto, de aproximadamente seis semanas;
  • O seu genoma também é relativamente pequeno se comparado com outras espécies vegetais;
  • Produzem um grande número de sementes, pequenas e ligeiramente ovais;
  • São cultiváveis em espaços restritos.

O número de estudos existentes sobre a planta Arabidopsis thaliana continua a crescer e contribuições significativas nas áreas científicas são resultantes de tais estudos.

Câmara Climática Para Crescimento de Arabidopsis Thaliana

A Marconi desenvolveu uma Câmara Climática para Crescimento de Arabidopsis thaliana  com utilização de avançada tecnologia para proporcionar condições ideais de estudos e análises.  As aplicações da Câmara Climática para Crescimento de Arabidopsis thaliana vão desde o crescimento/desenvolvimento da planta, germinação de sementes até controle ambiental e outras aplicações relacionadas.

Destacam-se as seguintes especificações a respeito da Câmara Climática:

Estrutura

  • câmara de trabalho em chapa de aço inox AISI 430;
  • uma prateleira em aço inox AISI 304, instalada a 100 mm. do piso, para sustentação dos vasos;
  • câmara com capacidade de 3400 litros;
  • porta de acesso para validação, com 50 mm. de diâmetro, instalada na lateral direita;
  • portas laterais para acesso ao sistema eletrônico e osmose reversa;
  • seis rodízios, sendo três com travas.

 

Termostatização

  • sistema de renovação de ar, com regulagem de fluxo;
  • temperatura de trabalho de 15 a 30ºC, ±1ºC;
  • temperatura de trabalho com lâmpadas ligadas de 17 a 30 ºC, ± 1ºC;
  • sensor de temperatura tipo pt100, instalado em local onde não tem interferência da radiação das lâmpadas.

 

Umidificação

  • umidificação com micro partículas de água;
  • faixa de trabalho da Umidade Relativa: 30 a 95% ±5%;
  • sistema de osmose reversa para alimentação do sistema de umidificação.

 

Iluminação

  • sistema de iluminação com fotoperíodo, composto por lâmpadas especiais para crescimento de plantas em ambiente fechado, simulando a luz do dia, instaladas em suporte com dispositivo de elevação através de catraca motorizada, para ajustar a altura da iluminação necessária para a planta.
  • intensidade de luz de 200 mmol/m-2s-1, (at the top the pot), com programação do dia de 16 horas, com alternativa do operador efetuar nova programação do fotoperiodo

 

CO2

  • controle do CO2, – PPM : de 0 a 2000

 

Esterilização

  • esterilização da câmara antes do início da instalação dos vasos na câmara, para evitar contaminações entre amostras;
  • esterilização por lâmpadas UV, programáveis pelo IHM e acionado por meio de senha.

 

Software Para Monitoramento e Registro de Dados

  • medição e registro da temperatura e da Umidade Relativa
  • registro da luminosidade (utilizando a iluminação por banco de lâmpadas)
  • medição e registro do CO2
  • todos os controles, medições e registros feitos na tela do computador podem ser salvos em padrões a serem lidos por softwares, como por exemplo Excel;
  • o sistema inclui o computador e suas respectivas licenças.

A Marconi oferece uma solução autônoma para o cultivo e análises da planta Arabidopsis thaliana assim como assistência técnica para o equipamento.

Entre em contato com a nossa equipe técnica!

Pesquisas realizadas no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos, focadas em química verde e energias alternativas. Através de suas pesquisas foi possível introduzir mutações genéticas específicas visando à obtenção de enzimas estáveis e altamente ativas, principalmente focadas na degradação de celulose, permitindo um salto significativo no desenvolvimento de produtos a partir de biomassa.

Pesquisa de Novas Enzimas Levam Nobel de Química 2018

Um britânico e dois norte-americanos foram os laureados deste ano, por pesquisas que impactam principalmente produtos farmacêuticos e biocombustíveis

A Academia Real de Ciências da Suécia anunciou hoje, 3 de outubro, às 11h45, na cidade de Estocolmo, o Prêmio Nobel de Química 2018. Três cientistas foram laureados pelas pesquisas no desenvolvimento de novas enzimas e anticorpos para uso nas mais diversas áreas como: novos produtos farmacêuticos, detergentes, catálise verde e biocombustíveis. Os vencedores foram o britânico Sir Gregory P. Winter e os norte-americanos Frances H. Arnold e George P. Smith. Metade da premiação de nove milhões de coroas suecas (£ 770.000) vão para a doutora Arnold e a outra metade será dividida entre o doutor Smith e Sir Winter.

Arnold foi agraciada por suas pesquisas realizadas no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos Estados Unidos,  focadas em química verde e energias alternativas. Através de suas pesquisas foi possível introduzir mutações genéticas específicas visando à obtenção de enzimas estáveis e altamente ativas, principalmente focadas na degradação de celulose, permitindo um salto significativo no desenvolvimento de produtos a partir de biomassa.

A pesquisadora obteve sucesso na produção de enzimas estáveis em diversos solventes, ampliando significativamente o uso de proteínas como catalisadores que resultam na interrupção de uso de catalisadores tóxicos. Esse avanço levou ao desenvolvimento de enzimas para diferentes campos de aplicação, incluindo a produção de biocombustíveis e a de insumos farmacêuticos. Os resultados com os estudos de microorganismos, selecionados para converter biomassa renovável em biocombustíveis e produtos químicos, resultaram em diversas patentes e culminaram  na fundação da empresa Gevo, Inc. em 2005. Essa empresa é focada em produtos da biomassa, processos de fixação de CO2 e biocombustíveis com foco em jatos comerciais. Considerando a projeção de que em 2020 os jatos comerciais vão utilizar, anualmente, cerca de 15 bilhões de litros de combustíveis, a substituição destes, mesmo que parcial, pelos produtos oriundos das pesquisas da doutora Arnold, será de grande relevância econômica e ambiental.

A segunda metade do prêmio foi destinada às pesquisas realizadas por Sir Winter e o doutor Smith sobre a metodologia de Phage Display, técnica que proporciona a síntese e a expressão de peptídeos/proteínas na superfície de vírus filamentosos. Vírus estes conhecidos como fagos, que infectam bactérias. Os pesquisadores desenvolveram a tecnologia para projetar fagos geneticamente modificados que pudessem apresentar, em sua superfície (capsídeo viral), peptídeos/proteínas para uso nas ciências básicas e aplicadas e com potencial uso para terapias e diagnósticos. Um ponto de grande reconhecimento pela sociedade em geral foi o fato de esta tecnologia ter permitido a produção de anticorpos recombinantes humanos, hoje já empregados no tratamento de diversos tipos de doenças, como câncer e doenças autoimunes.

A doutora Arnold foi a única mulher a receber o prêmio de Química nesta edição. A última cientista da área de química agraciada com o prêmio foi a doutora Ada E. Yonath, em 2009, que dividiu o prêmio por seu trabalho de entendimento da estrutura dos ribossomos: as estruturas de fabricação de proteínas dentro das células. Ada Yonath esteve recentemente no Brasil para participar da IUPAC 2017 (46th World Chemistry Congress) e 40ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química.

Fonte: Jornal da USP

Saiba mais sobre os equipamentos para laboratório Marconi

Incubadora in Vitro para Teste de Digestibilidade/Digestões Enzimáticas
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